O que polícia sabe sobre a morte da GCM na Rodovia dos Imigrantes
A morte da guarda civil metropolitana Sara Andrade dos Reis, de 34 anos, encontrada na Rodovia dos Imigrantes neste domingo (19), em São Paulo, está sendo investigada como latrocínio — roubo seguido de morte. Inicialmente, a Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência de acidente de trânsito, mas, ao chegar ao local, constatou que a agente havia sido baleada.
Sara Andrade pilotava uma motocicleta quando foi abordada por criminosos. Durante a ação, ela foi atingida por disparos de arma de fogo, e sua arma funcional foi levada. A principal linha de investigação aponta para a atuação de um grupo especializado em roubos de motos na Zona Sul da capital paulista.
O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo as autoridades, já há pistas sobre os suspeitos, que vinham sendo investigados anteriormente por crimes semelhantes na região. Nesse momento a polícia realiza abordagens.
A perícia foi realizada no local do crime, e agora os investigadores trabalham no cruzamento de dados obtidos por câmeras de segurança e radares inteligentes, que identificam placas de veículos, para confirmar a participação dos suspeitos no crime.
Sara Andrade integrava a Guarda Civil Metropolitana havia três anos. Ela ingressou na corporação em 3 de fevereiro de 2023 e atuava como agente de terceira classe na Inspetoria Regional do Jabaquara. Ao longo da carreira, dedicou-se a serviços voltados à proteção da população.
Em nota oficial, a Guarda Civil Metropolitana lamentou a morte da agente e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho. A instituição destacou o reconhecimento pela contribuição prestada por Sara à corporação.
O corpo da agente está sendo velado no Cemitério do Araçá, em São Paulo. O sepultamento está previsto para ocorrer ainda nesta segunda-feira (20), após as 13h.

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David de Tarso
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