Marina Silva cutuca Centrão e critica, mais uma vez, a polarização
Nesta terça-feira, a postulante ao Planalto Marina Silva respondeu perguntas dos eleitores durante sabatina no Twitter, em São Paulo. Ela falou sobre propostas, andamento da campanha e as possibilidades eleitorais a menos de duas semanas do primeiro turno.
Em queda nas pesquisas, a candidata que antes aparecia em segundo lugar, perdendo apenas para Jair Bolsonaro, do PSL, agora está atrás também de Fernando Haddad, do PT, Ciro Gomes, do PDT, e Geraldo Alckmin, do PSDB.
Questionada sobre uma reedição da união com tucanos no segundo turno, Marina Silva desconversou. “Temos que acabar com essa história de plebiscito no 1º turno com base em pesquisas”, disse. Sem citar o partido que apoiou na eleição de 2014, ela pontuou que “não se muda o Brasil com o Centrão”, bloco partidário que se uniu à candidatura de Geraldo Alckmin, do PSDB.
Marina Silva ainda garantiu que tem esperança de mudar o quadro eleitoral que se desenha. “No segundo turno eu estarei lá, e terei apoio de quem tem compromisso com o combate à corrupção e à polarização entre PT, MDB, PSDB, que levaram o Brasil para o fundo do posso”, declarou.
***Com informações do repórter Matheus Meirelles
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