O constrangimento de Mauro Cid no aeroporto de Congonhas
O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, retornou nesta segunda-feira para Brasília após o ministro Alexandre de Moraes autorizá-lo a ir até São Paulo para dois eventos na última semana. Na decisão, Moraes ressaltou que a liberação de Cid é para o período “estritamente necessário à viagem” e destacou o “caráter provisório” da ordem, com exigência das medidas cautelares. No entanto, Cid, que agora faz uso de tornozeleira eletrônica, passou por um constrangimento ao acessar a área de segurança do aeroporto de Congonhas.
Ao passar pelo raio-X, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro foi escolhido para uma inspeção aleatória, que incluiu a revista na bagagem do passageiro e também pelo corpo. O equipamento de segurança apontou a presença de metal e o militar precisou informar que usava uma tornozeleira. Cid ainda teve que aguardar um profissional da segurança realizar uma inspeção com scanner corporal. Afastado da esteira, Cid abriu os braços e as pernas durante a abordagem realizada. Logo na sequência, foi liberado para o embarque ao lado da filha.
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A revista faz parte do protocolo de segurança do aeroporto e o passageiro é escolhido de forma aleatória. Mauro Cid tem evitado aparições públicas e também se tornou réu no julgamento do primeiro núcleo envolvido na suposta tentativa de golpe. No entanto, a presença do militar foi notada pelos passageiros que embarcavam em Congonhas na manhã desta segunda-feira (7). Cid evitou conversas com terceiros durante o tempo que permaneceu no aeroporto paulista.
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