Presidente do Equador decreta dissolução do Parlamento e convoca novas eleições
O presidente do Equador, Guillermo Lasso, decretou a dissolução da Assembleia Nacional, o parlamento do país, e convocou novas eleições. O decreto foi publicado nesta quarta-feira, 17. A medida ocorre um dia após a primeira audiência do processo de impeachment contra Lasso, que teve abertura autorizada na semana passada. No decreto, Lasso determinou que o Conselho Nacional Eleitoral do Equador convoque novas eleições nos próximos sete dias. Além disso, Lasso determinou o fim imediato do mandato de todos os deputados. “Equatorianos, esta é a melhor decisão para dar uma solução constitucional à crise política e comoção interna que o Equador está enfrentando e devolver ao povo o poder de decidir seu futuro”, escreveu o presidente nas redes sociais ao divulgar o decreto. Nesta terça-feira, ele compareceu à Assembleia para apresentar sua defesa. O processo seria votado no próximo sábado, 20. O processo de impeachment foi aberto para investigar suposto favorecimento de uma petrolífera em contratos estatais.
He firmado el Decreto Ejecutivo 741, con el objetivo de disolver la Asamblea Nacional y solicitar al CNE se convoque a elecciones.
— Guillermo Lasso (@LassoGuillermo) May 17, 2023
Ecuatorianas y ecuatorianos: esta es la mejor decisión para darle una salida constitucional a la crisis política y
conmoción interna que soporta…
[jp-related-posts ids=”1411518,1411519″]
*Com informações da AFP
Assuntos
continue lendo
Mundo
Falha no ar-condicionado causou incêndio que matou 11 em orfanato da Argélia
Pleno funcionamento do aparelho durante alta de temperaturas fez com que uma 'faísca elétrica' iniciasse as chamas
- Andy Burnham é eleito líder trabalhista e deve assumir como novo premiê do Reino Unido Estadão Conteúdo · há 2 meses
- Trump diz que a CIA divulgará plano de Maduro sobre eleições nos EUA Jovem Pan* · há 2 meses
- Irã pede que os cidadãos reduzam o consumo de eletricidade após ataques AFP · há 2 meses
- Trump acusa a China de intervir nas eleições dos EUA para impedir sua reeleição em 2020 Júlia Mano · há 2 meses