Trump amplia sanções dos EUA contra o governo cubano
O presidente Donald Trump assinou nesta sexta-feira um decreto ampliando as sanções dos Estados Unidos contra o governo cubano, disseram duas autoridades da Casa Branca à Reuters, em um momento em que ele busca colocar mais pressão sobre Havana depois de tirar o líder da Venezuela do poder.
As novas sanções têm como alvo pessoas, entidades e afiliadas que apoiam o aparato de segurança do governo cubano ou são cúmplices de corrupção ou de graves violações dos direitos humanos, disseram as autoridades, bem como agentes, funcionários ou apoiadores do governo.
Não ficou imediatamente claro quais pessoas ou entidades foram atingidas pelas sanções previstas na ordem, que foi relatada pela primeira vez pela Reuters.
A ordem autoriza sanções secundárias para a realização ou facilitação de transações com os alvos da ordem, disseram as autoridades.
As novas sanções foram a última investida do governo Trump contra Cuba, que o presidente declarou repetidamente estar próxima de um estado de colapso.
Sob o comando de Trump, as forças dos EUA lançaram ataques a barcos na Venezuela e entraram em Caracas para capturar o presidente Nicolás Maduro e, com Israel, travaram uma guerra contra o Irã desde 28 de fevereiro. Trump disse que “Cuba é a próxima”. Ele não especificou o que planeja fazer com a nação insular.
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