Companhia área rebate brasileira que a acusou de gordofobia e afirma que modelo foi ‘extremamente agressiva’
A companhia área Qatar Airways emitiu um comunicado nesta sexta-feira, 25, se defendendo da acusação da modelo brasileira Juliana Nehme de que a empresa teria impedido seu embarque em um voo por ela ser “gorda demais”. Segundo relato das redes sociais, funcionários da Qatar teriam barrado Juliana e exigido que ela comprasse uma passagem de primeira classe para conseguir viajar do Líbano para Doha, no Catar. A companhia afirmou que a solicitação condiz “com as práticas da indústria e de forma semelhante à maioria das companhias aéreas, qualquer pessoa que impossibilite o espaço de outro passageiro e não consiga prender o cinto de segurança ou abaixar os apoios de braço pode ser solicitada a comprar um assento adicional tanto como uma precaução de segurança quanto para o conforto de todos”. A companhia ainda alegou que foi necessária a intervenção da equipe de segurança do aeroporto porque Juliana se apresentou “extremamente rude e agressiva com a equipe de check-in”. Juliana Nehme conseguiu embarcar em um voo com destino a Doha, na tarde desta quinta-feira, 24. “Gostaria de agradecer todo mundo que me ajudou. Não tenho palavras, não tenho como agradecer. Vou orar por cada um”, afirmou a brasileira visivelmente emocionada. “Quanto às acusações de que fui grossa e briguei com as atendentes, é mentira! Estão tentando camuflar o que fizeram comigo.”
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