Ponte Preta fica com medo de violência em jogo da Copa do Brasil e reforça segurança
A Ponte Preta vai jogar contra a Aparecidense pela Copa do Brasil, nesta quarta-feira (3), às 19h15 (de Brasília), mas está com medo. Por causa de uma confusão nos tribunais, a delegação alvinegra espera um clima bastante hostil na partida.
O problema é que o jogo aconteceu no ano passado, mas foi anulado. A Aparecidense tinha vencido por 1 a 0, mas uma reviravolta nos tribunais gerou muita revolta nos torcedores, que se organizam para lotar o Aníbal Toledo. Por conta de tudo isso, a diretoria pontepretana vai reforçar a segurança da delegação.
“Nós da Ponte não temos culpa do que aconteceu. O erro não foi nosso. Foi do bandeirinha e depois do delegado (da partida). Vamos para um jogo que não pode ter violência e não podemos motivar uma situação dessa. O mundo está muito violento. Se a gente concluir que não existe segurança, não entramos em campo”, afirmou o técnico Jorginho.
A Ponte Preta conseguiu impugnar o jogo realizado no dia 12 de fevereiro, vencido por 1 a 0 pelo Aparecidense, alegando interferência externa do delegado Adalberto Grecco. Ele teria passado a informação ao bandeirinha Samuel Oliveira Costa que o gol de empate marcado por Hugo Cabral, aos 44 minutos do segundo tempo, ocorreu com o jogador em posição de impedimento. A arbitragem, que havia validado o gol, voltou atrás e anulou.
Por estar mais bem colocada no ranking da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Ponte Preta tem a vantagem do empate no jogo desta quarta-feira. Se passar, o adversário da segunda fase será o Bragantino-PA.
Nesta segunda-feira, a diretoria da Ponte oficializou o terceiro reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série B. Trata-se do meia Alex Maranhão, que tem 33 anos e defendeu o São Bento neste Paulistão. Antes dele, o clube havia fechado com o uruguaio Facundo Batista e com Renato Kayzer. Esse último, inclusive, deve atuar como titular em Aparecida de Goiânia.
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