Daniel Alves tira a ‘virgindade’ olímpica e chega a 43 títulos na carreira
Faltava um título na carreira de Daniel Alves: o ouro olímpico. Fora da Rio-2016, o lateral direito do São Paulo fez questão de disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio. À diretoria do clube paulista, deixou claro sua vontade e conseguiu a liberação para somar força à seleção brasileira comandada por André Jardine. Daniel foi um dos três jogadores com mais de 24 anos convocados para a disputa do torneio de futebol masculino no Japão (como as Olimpíadas foram adiadas em um ano, o limite de idade subiu de 23 para 24). “Eu tinha falado antes que, por mais história que a gente tenha, mais vivência, era virgem nesse aspecto. Vir aqui pela primeira vez e voltar com o prêmio maior. Esse momento não tem como explicar, fogem as palavras. Estar aqui no meio evento do mundo, onde estão os melhores do esporte”, emocionou-se o lateral e meio-campista de 38 anos.
Daniel chegou a 43 títulos na carreira. A soma contabiliza todos os seus títulos profissionais e mais dois disputados com limite de idade: o Mundial sub-20 de 2003 e os Jogos Olímpicos de Tóquio. Neste último, teve papel de líder em meio a um elenco jovem e ainda participou de um gol na final — salvou um lance na linha de fundo e, de quebra, serviu Matheus Cunha. Dos 43 canecos levantados pelo jogador, seis foram com a amarelinha. Ele também conquistou duas Copas Américas e duas Copas das Confederações. Agora, quer chegar ao Qatar, no ano que vem. “O objetivo sempre foi muito bem claro, inclusive antes das Olimpíadas: estar no Mundial de 2022. Esse sonho não mudou, só melhorou pelo fato de que estou tendo a oportunidade de representar a seleção brasileira, mesmo sendo de idade diferente do que eu estava acostumado”, disse o jogador durante a campanha olímpica.
Confira AQUI o quadro de medalhas em tempo real
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