Acusado de atentado que matou 500 pessoas é fuzilado na Somália
Um dos cinco acusados do duplo atentado com bomba mais mortífero da África, que há um ano matou mais de 500 pessoas em Mogadíscio, foi executado neste domingo, aniversário do massacre.
Hassan Adan Isak Ali, que dirigia uma caminhonete que também seria explodida, era o único dos cinco supostos autores do ataque com sentença de morte a ser cumprida, após um tribunal somali tê-la ratificado em fevereiro.
Segundo um comunicado divulgado por um tribunal militar, “hoje, 14 de outubro de 2018, foi executada a pena de morte” de Ali.
Há exatamente um ano, um duplo atentado com caminhões-bomba matou mais de 500 pessoas na capital somali, após as explosões em frente a um hotel e a um movimentado mercado no bairro de Medina, em Mogadíscio.
O grupo jihadista Al Shabab, presente no centro e no sul do país e que habitualmente se proclama responsável por estes ataques, nesta ocasião não reivindicou sua autoria.
Hoje, centenas de somalis respeitaram um minuto de silêncio no primeiro aniversário desta tragédia em homenagem às vítimas, algumas das quais nem sequer puderam ser enterradas porque seus corpos não foram recuperados.
*Com informações da Agência EFE.
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