Biden diz que morte de líder do Estado Islâmico deixa ‘forte mensagem aos terroristas de todo o mundo’
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que a morte do líder do Estado Islâmico (EI), Abu Ibrahim al-Hashimi al-Qurashi, enviou “uma forte mensagem” a outros terroristas em todo o mundo. O extremista morreu nesta quinta-feira, 3, na Síria, durante uma operação das forças especiais norte-americanas. “A operação de ontem à noite removeu um grande líder terrorista do campo de batalha e enviou uma forte mensagem aos terroristas de todo o mundo: vamos caçar vocês e encontraremos vocês”, declarou Biden. “Em um último ato desesperado de covardia, e sem se importar com a vida de sua própria família ou de outras pessoas no prédio, ele escolheu explodir a si mesmo, não apenas o cinto (de explosivos), mas todo o terceiro andar do que enfrentar a justiça pelos crimes que cometeu, levando vários familiares com ele, como fez seu antecessor”, explicou.
A bomba detonada por Qurashi também matou integrantes de sua família, incluindo mulheres e crianças. Os soldados americanos que participaram da ação passam bem. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) confirmou que pelo menos seis crianças morreram e uma foi gravemente ferida durante a operação. O órgão assegurou que áreas habitadas por civis foram “seriamente danificadas” durante a ação dos EUA realizada na cidade da província de Idlib.
*Com informações da AFP e EFE
[jp-related-posts ids=”1217397,1217336,1217271″]
Assuntos
continue lendo
Mundo
Falha no ar-condicionado causou incêndio que matou 11 em orfanato da Argélia
Pleno funcionamento do aparelho durante alta de temperaturas fez com que uma 'faísca elétrica' iniciasse as chamas
- Andy Burnham é eleito líder trabalhista e deve assumir como novo premiê do Reino Unido Estadão Conteúdo · há 2 meses
- Trump diz que a CIA divulgará plano de Maduro sobre eleições nos EUA Jovem Pan* · há 2 meses
- Irã pede que os cidadãos reduzam o consumo de eletricidade após ataques AFP · há 2 meses
- Trump acusa a China de intervir nas eleições dos EUA para impedir sua reeleição em 2020 Júlia Mano · há 2 meses