Em resposta a Bolsonaro, presidente de Cuba diz que médicos do país devem ser respeitados e defendidos
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, saiu em defesa dos médicos de seu país que participaram do programa Mais Médicos, alvo de polêmicas nesta quarta-feira (14). Em resposta ao presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), ele afirmou que os profissionais prestaram um “valioso serviço” e que atitudes assim devem ser “respeitadas e defendidas”.
“Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, entrega e altruísmo, os colaboradores cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas”, escreveu Días-Canel no Twitter. O Ministério da Saúde local atribuiu o encerramento da parceria a declarações “inaceitáveis” de Bolsonaro.
Mais cedo, em entrevista coletiva, o futuro chefe do Executivo brasileiro chamou o governo cubano de “ditadura” e acusou o ritmo do programa de ser “trabalho escravo” porque “70% do salário deles [dos médicos] é confiscado”.
#MaisMedicos Con dignidad, profunda sensibilidad, profesionalidad, entrega y altruismo, los colaboradores cubanos han prestado un valioso servicio al pueblo de #Brasil. Actitudes con tal dimensión humana deben ser respetadas y defendidas. #SomosCuba
— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) November 14, 2018
Assuntos
continue lendo
Mundo
Xi Jinping chega aos EUA para reunião com Trump: ‘Interesses profundamente entrelaçados’
O líder chinês foi recepcionado pelo presidente norte-americano ao desembarcar no país para a visita de três dias
- Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela AFP · há 1 mês
- El Niño provocará até 451 mil mortes associadas ao calor; estima-se 13,3 mil no Brasil AFP · há 1 mês
- Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual AFP · há 1 mês
- Em discurso na Assembleia Geral, Milei chama ONU de 'organização inútil' AFP · há 1 mês