Movimento indígena do Equador aceita diálogo com o governo
O movimento indígena do Equador, grupo que lidera os protestos contra as medidas econômicas adotadas pelo governo a pedido do Fundo Monetário Internacional (FMI), aceitou, neste sábado (12), a proposta de diálogo feita pelo presidente do país, Lenín Moreno.
A onda de protestos já se estende por dez dias e começou após a entrada em vigor de um decreto que levarou ao aumento de até 123% no preço dos combustíveis. De lá para cá, a Defensoria do Povo do país afirma que cinco pessoas já morreram, entre elas um líder indígena, 554 pessoas ficaram feridas e quase mil foram presas nos protestos. Dos detidos, 80% foram liberados por falta de provas.
Os manifestantes chegaram até a render policiais. Com as manifestações, Moreno, inclusive, transferiu a sede do governo de Quito, capital do país, para a cidade costeira de Guayaquil.
*Com informações da Agência EFE
Assuntos
continue lendo
Mundo
Falha no ar-condicionado causou incêndio que matou 11 em orfanato da Argélia
Pleno funcionamento do aparelho durante alta de temperaturas fez com que uma 'faísca elétrica' iniciasse as chamas
- Andy Burnham é eleito líder trabalhista e deve assumir como novo premiê do Reino Unido Estadão Conteúdo · há 2 meses
- Trump diz que a CIA divulgará plano de Maduro sobre eleições nos EUA Jovem Pan* · há 2 meses
- Irã pede que os cidadãos reduzam o consumo de eletricidade após ataques AFP · há 2 meses
- Trump acusa a China de intervir nas eleições dos EUA para impedir sua reeleição em 2020 Júlia Mano · há 2 meses