Rússia considera retirar apoio em Myanmar após mortes de manifestantes
A Rússia afirmou nesta sexta-feira, 12, que avalia a situação do Myanmar como sendo “alarmante” devido ao número crescente de civis mortos durante as manifestações. De acordo com um levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 70 pessoas perderam suas vidas por causa da violenta repressão policial. A Rússia foi um dos poucos membros do Conselho de Segurança da ONU que tinha se oposto a chamar a tomada de poder no país de “golpe de Estado”, mas deu sinais de que pode estar mudando de opinião. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirma que o governo russo está avaliando a situação antes de decidir se juntar ou não às nações que lançaram sanções contra o Exército do Myanmar.
A última nação a entrar para essa lista foi a Coréia do Sul, que nesta sexta-feira, 12, suspendeu sua cooperação técnico-militar com o país. Por meio de comunicado, o Ministério das Relações Exteriores justificou a decisão dizendo que “apesar das repetidas demandas da comunidade internacional, incluindo da Coréia do Sul, há um número crescente de vítimas em Myanmar devido a atos violentos das autoridades militares e policias”. Na prática, isso significa que o país deixará de exportar armas aos birmaneses. No mesmo dia, o Reino Unido lançou a recomendação de todos os cidadãos britânicos deixem o país do Sudeste Asiático.
[jp-related-posts ids=”1061114,1058796,1058038″]
Assuntos
continue lendo
Mundo
Falha no ar-condicionado causou incêndio que matou 11 em orfanato da Argélia
Pleno funcionamento do aparelho durante alta de temperaturas fez com que uma 'faísca elétrica' iniciasse as chamas
- Andy Burnham é eleito líder trabalhista e deve assumir como novo premiê do Reino Unido Estadão Conteúdo · há 2 meses
- Trump diz que a CIA divulgará plano de Maduro sobre eleições nos EUA Jovem Pan* · há 2 meses
- Irã pede que os cidadãos reduzam o consumo de eletricidade após ataques AFP · há 2 meses
- Trump acusa a China de intervir nas eleições dos EUA para impedir sua reeleição em 2020 Júlia Mano · há 2 meses