Covas defende privatização do Anhembi e fala em economia à sociedade
A Prefeitura de São Paulo estabeleceu um lance mínimo de R$ 1 bilhão pelo complexo do Anhembi no leilão que está marcado para 09 de abril. A administração publicou nesta quinta-feira (07) as regras da concorrência que será realizada na bolsa de valores B3.
Oficialmente, o que a gestão Bruno Covas vai colocar a venda é a SPTuris, empresa que controla o pólo cultural localizado na Zona Norte da Capital. Apesar da transferência, o novo proprietário terá algumas obrigações, como ceder o Sambódromo a Prefeitura todos os anos durante o carnaval e em algumas outras datas.
Além disso, o município tenta reverter decisão judicial que impede a demolição de prédios do complexo, a partir de ação movida pelo Ministério Público, que demanda o tombamento da área.
O prefeito Bruno Covas defende que a cidade não ganha apenas o dinheiro com a renda do leilão, mas também com a economia quando não tiver mais que manter a estrutura. O tucano deu as declarações no fim da manhã desta quinta-feira, no lançamento do programa Recicla Sampa, que pretende ampliar a coleta seletiva na cidade.
Durante a cerimônia, dois manifestantes entregaram a Bruno Covas um abaixo-assinado contrário à reforma da previdência municipal, aprovada no fim do ano passado.
*Informações do repórter Tiago Muniz
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