Polícia já ouviu mais de 40 testemunhas em investigação sobre Paraisópolis
Os policiais militares envolvidos com a tragédia de Paraisópolis seguem afastados dos serviços das ruas. O caso aconteceu em 1º de dezembro, quando nove jovens morreram e 12 pessoas ficaram feridas após uma ação policial no baile da DZ7.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os 35 PMs realocados seguem cumprindo trabalhos administrativos nos batalhões. É comum que a corporação retire do patrulhamento diário policiais que estejam sendo investigados num Inquérito Policial Militar.
A SSP ressaltou que as apurações na Corregedoria da Polícia Militar seguem em sigilo. Até o momento, segundo a pasta, mais de 40 oitivas foram anexadas ao inquérito da Polícia Civil sobre o caso.
A Polícia Militar também diz que realiza estudos constantes de alterações de protocolos de ação em ocorrências de perturbação do sossego, como é o caso dos bailes funks.
*Com informações do repórter Leonardo Martins
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