Doria descarta mudar tom de campanha: ‘discurso forte não é discurso violento’
O candidato ao Palácio dos Bandeirantes pelo PSDB, João Doria, lamentou o atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro e se solidarizou com a família e seguidores do político. O tucano também condenou o “ato criminoso” realizado por Adelio Bispo de Oliveira, quem Doria chamou de “simpatizante dos partidos de esquerda”.
Doria contou que vai continuar a fazer a campanha corpo a corpo porque “não há razão para deixar de se fazer”. Entretanto, o tucano deixou claro que “cuidados adicionais” serão tomados. “As campanhas devem continuar falando com o povo. Esse é o melhor indicador da existência de uma campanha”, disse o ex-prefeito de São Paulo.
O tucano também garantiu que não há razão para mudar o tom da campanha. “Discurso forte não é discurso violento. Ter e expor suas convicções faz parte das características de alguns candidatos, mas isso não implica que você estimule a agressão, estimule a ruptura dos princípios básicos. os candidatos que tem suas plataformas vão continuar com suas posições e defesas naturalmente”, explicou.
Faltando 30 dias para as eleições, o ex-prefeito de São Paulo também revelou estar confiante na sua ida e na de Geraldo Alckmin para o segundo turno, principalmente por terem o maior tempo do horário eleitoral na TV e no rádio. “Não há campanha fácil, respeito todo os adversários. Não faço política com ódio, faço com firmeza. Falando diretamente com os eleitores, acreditamos que seguiremos na liderança para a vitória em São Paulo”, finalizou.
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