Quiz: Você sabe quem é Bruno Covas? Teste seus conhecimentos sobre o candidato à Prefeitura de SP
Eleito como vice-prefeito na chapa de João Doria (PSDB) nas eleições municipais de 2016, Bruno Covas (PSDB) assumiu a gestão da Prefeitura de São Paulo no dia 6 de abril de 2018, quando Doria lançou sua candidatura ao governo do estado. Pouco mais de dois anos e meio depois, o tucano lidera as pesquisas de intenção de voto e é apontado como favorito nas eventuais disputas em segundo turno contra Celso Russomanno (Republicanos) e Guilherme Boulos (PSOL), segundo e terceiro colocados, respectivamente. Covas atribui sua ascensão nas pesquisas ao fato de a sua campanha tratar, única e exclusivamente, sobre “temas da cidade”. “Esta tem sido a estratégia desde o início. A população quer saber de remédio, vaga em creche, geração de emprego. É isso que surte efeito. A cidade não quer saber de terceiro turno da eleição presidencial de 2018 ou antecipação de 2022. O resultado recebemos com alegria e humildade, mas com a consciência de que a reta final é decisiva, pois é nesse período em que a população decide seu voto”, disse em entrevista à Jovem Pan.
Segundo uma pesquisa Datafolha divulgada no dia 23 de outubro, a gestão de Covas durante a pandemia é considerada ótima ou boa por 46% dos moradores de São Paulo – 34% avaliam como regular, 18% como ruim ou péssima e 2% não sabem. Para o prefeito, a avaliação é positiva porque as medidas adotadas têm o respaldo da comunidade científica. “Desde o início, optamos por seguir a orientação das autoridades da Saúde. Felizmente não tivemos cenas de médico tendo que escolher quem seria entubado ou não na cidade, não tivemos valas coletivas. Montamos uma rede de proteção social, mais de 1,3 milhão de alimentações foram distribuídas em um trabalho incessante”, afirma. Questionado, o prefeito diz que é “permanente” a preocupação com uma segunda onda de contágio da Covid-19 e que, caso seja necessário endurecer as medidas de combate à doença, apostará no diálogo e na conscientização da população. “Grande parte do sucesso que tivemos se deu ao fato de que a grande maioria entendeu o recado e priorizou a vida. Não tivemos lockdown na cidade e mantivemos excelentes índices de isolamento, a ponto de termos dado início à reabertura gradual em julho. Claro que a gente teme a segunda onda, é uma preocupação permanente. Não é momento de comemorar o fim da pandemia e nem politizar o tema, afinal, o vírus não é de esquerda ou de direita”.
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