Ricardo Nunes diz que não quer Pablo Marçal em seu palanque no segundo turno
O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes, do MDB, rejeitou o apoio de Pablo Marçal, do PRTB, no segundo turno das eleições. Nunes afirmou que não buscará diálogo com o ex-coach para discutir o segundo turno, manifestando a esperança de que o adversário tenha “refletido” sobre seus erros durante a campanha. Ele enfatizou que cada um deve seguir seu próprio caminho. “No meu palanque, não”, declarou o prefeito, durante encontro com mulheres no Edifício Joelma, na região central de São Paulo. Terceiro colocado no primeiro turno, com votação próxima às de Nunes e de Guilherme Boulos (PSOL), que vão disputar a cadeira no Edifício Matarazzo, Marçal se caracterizou pela postura agressiva contra seus adversários e, no final da campanha, divulgou um falso laudo que apontava que Boulos já havia sido internado por usar cocaína.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Durante a campanha do primeiro turno, Nunes foi alvo de críticas por parte de Marçal, que o atacou publicamente, chamando-o de “bananinha” e levantando questões sobre investigações em andamento. Após não conseguir avançar para o segundo turno, Marçal sugeriu que poderia apoiar Nunes, desde que o prefeito considerasse algumas de suas propostas. Além de rechaçar Marçal, o emedebista manifestou a expectativa de contar com um maior respaldo de Jair Bolsonaro (PL) na fase decisiva da eleição. O prefeito acredita que, com a definição de resultados em outras cidades, o ex-presidente terá mais espaço para se envolver na campanha, mesmo com o tempo limitado até o pleito.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
continue lendo
Política
Anaí Caproni: a militante do ABC que pode se tornar a primeira-dama de um governo operário
Anaí cresceu no ambiente das fábricas e da organização operária
- Alexandre Curi: o herdeiro político do Paraná que agora mira o Senado Jovem Pan · há 18 horas
- Quem é Adaílton Fúria, candidato ao governo de Rondônia Beatriz Lia · há 1 dia
- Do jornalismo ao Senado: Quem é Marcos Rogério, nome do PL ao governo de RO Lucas Peçanha · há 1 dia
- Da caserna às urnas: a trajetória política de Capitão Contar, candidato ao Senado Jovem Pan · há 1 dia