Ministro da Agricultura diz que o governo federal desistiu do leilão do arroz
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desistiu de promover o leilão do arroz, visando controlar os preços do produto em negociação com o agronegócio. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o Palácio do Planalto constatou que os preços estão controlados e agora pretende apenas monitorar a situação. Os ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, juntamente com a Conab (Companhia Brasileira de Abastecimento), estão em processo de negociação para a assinatura de um termo de compromisso. O objetivo é garantir o envio de mais produtos em locais com eventual desabastecimento, evitando assim a elevação dos preços. Internamente, membros do governo já se posicionavam contra o leilão, alegando que não havia indícios de escassez de arroz devido às chuvas no Rio Grande do Sul.
O leilão, que foi uma iniciativa do governo Lula após as chuvas no Sul do país, foi duramente criticado pela oposição e pelo agronegócio. Das quatro empresas vencedoras, uma era uma loja de laticínios e outra tinha como sócio um empresário envolvido em casos de propina. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, foi demitido juntamente com outros membros ligados ao leilão. Geller afirmou que as denúncias foram ampliadas para atingi-lo, pois não teve participação na elaboração do plano.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
A ASR Locação de Veículos e Máquinas, com sede em Brasília, foi a segunda menor arrematante do leilão. Seu único sócio, Crispiniano Espindola Wanderley, defendeu a seriedade da empresa, que possui mais de dez anos de experiência. Wanderley também participa de outras empresas de transporte e de um instituto de perícia forense. Em um depoimento, ele mencionou ter pago propina a um deputado federal para fechar um contrato de ônibus com a cooperativa que presidia.
Publicada por Felipe Cerqueira
[jp-related-posts ids=”1653704,1651739″]
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Assuntos
continue lendo
Política
Neta de Lionel Brizola, Juliana busca comandar o estado do Rio Grande do Sul pela primeira vez
Candidata iniciou sua caminhada nos cargos eletivos no pleito de 2008, quando se elegeu vereadora para a Câmara Municipal de Porto Alegre
- Anaí Caproni: a militante do ABC que pode se tornar a primeira-dama de um governo operário Jovem Pan · há 7 horas
- Alexandre Curi: o herdeiro político do Paraná que agora mira o Senado Jovem Pan · há 18 horas
- Quem é Adaílton Fúria, candidato ao governo de Rondônia Beatriz Lia · há 1 dia
- Do jornalismo ao Senado: Quem é Marcos Rogério, nome do PL ao governo de RO Lucas Peçanha · há 1 dia