Rodrigo Pacheco se filia ao PSB de olho no governo mineiro
O senador Rodrigo Pacheco, que era do PSD, se filiou ao PSB na noite desta quarta-feira (1º). A cerimônia de filiação aconteceu na sede do partido, em Brasília, com a presença do vice-presidente da república, Geraldo Alckmin (PSB), do prefeito de Recife, João Campos, que é presidente da sigla e do ministro do Empreendedorismo, Márcio França, que também é do partido.
Em seu discurso no ato de filiação, Pacheco disse que mesmo “com 9 anos de atraso” ele se junta ao PSB com “muita alegria e o coração cheio de esperança”
O governador interino de Minas Gerais, Mateus Simões, é o principal nome para ser pré-candidato pelo PSD. Por essa razão, Pacheco precisou mudar de partido para ter chance de se candidatar ao governo mineiro.
Com a filiação ao PSB, o senador deve ser o nome do presidente Lula para a campanha do governo de Minas Gerais.
Durante a cerimônia, Pacheco destacou que sua motivação para a filiação foi, entre outros motivos, pelos ideiais do PSB. “Primeiro que é um partido que tem história, uma história muito longa, de oito decadas. O PSB, desde a sua inauguração concebeu uma ideia de combater o autoritarismo”, afimou o senador.
Alckmin comenta filiação de Pacheco
Geraldo Alckmin elogiou a filiação ao PSB do senador Rodrigo Pacheco. Segundo Alckmin, Pacheco teve papel fundamental contra a tentativa de golpe de Estado e tem a “virtude rara da moderação”.
“Jurista, espírito público, senador, presidente do Senado Federal, que tem amor à Minas Gerais e ao povo do Minas, tem uma visão de hoje rara na vida pública, a coragem e a moderação, tudo o que precisamos para construir cortes de ar e do entendimento, o Estado de Minas poder crescer ainda mais, se desenvolver ainda mais”, declarou Alckmin.
Para Alckmin, com a filiação de Pacheco, o “PSB fica não apenas maior, mas melhor”, já que o senador teria “identidade com Minas Gerais”.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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